
Artigo de Jair Donato
O que será necessário para o mundo atual, a mudança do clima ou de atitude? Segundo cientistas, a atual temperatura da Terra não regride e tende a aumentar. Por isso, tudo o que o ser humano fizer no sentido de cuidar da natureza contribuirá para amenizar, e, com isso não acelerar o processo de alteração da temperatura conforme dados previstos pelos estudiosos climáticos. No entanto, se não houver mudança no comportamento do homem frente aos desafios da produção, do consumo e da interação com o meio ambiente, certamente, o clima pode provocar complicações radicais no estilo de vida dos humanos.
Pesquisas recentes sobre os efeitos das alterações do clima ao redor do planeta indicam que os biomas estão cada vez mais vulneráveis aos efeitos climáticos, como as florestas tropicais, a exemplo da Amazônia, que a partir da próxima década começa a ter períodos de estiagem cada vez mais evidentes.
As mudanças certamente não ocorrerão como se fossem explosões mágicas, mas precisam de planejamento e de ações, o mais rápido possível, indicam os especialistas do clima. Todos os países precisarão rever os comportamentos administrativos e organizacionais ou serão submetidos a constrangimentos éticos no futuro próximo, especialmente os altamente poluidores. Isso também começa no âmbito individual. As pessoas precisam inserir no comportamento individual e coletivo, práticas sustentáveis e estilos de vida voltados para a qualidade de vida dentro de uma visão de futuro, com pensamento ambientalmente correto e com padrões de produção e de consumo que mantenha a preservação e a conservação dos recursos naturais.
No manual da reciclagem publicado no endereço eletrônico do Ministério do Meio ambiente, especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixo em casa. Isso antes de tudo, é atitude. Veja o que fazer:
Lâmpadas - Deve separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente - elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum.
Baterias - O que fazer: reciclam-se só as de telefones sem fio, filmadoras e celulares - as outras, assim como as pilhas, têm baixa concentração de metais pesados e por essa razão não são tidas como prejudiciais ao meio ambiente. Para reciclar, faça um lixo separado: como as baterias são frágeis, podem romper-se e contaminar o restante dos detritos.
Cacos de vidros planos e de espelhos - O que fazer: embalar em jornal e colocar num lixo separado. Seguirão para vidraçarias - e não para as tradicionais fábricas que reciclam vidro.
O óleo de cozinha - é um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Jogado no ralo da pia, ele termina contaminando rios e mares. Um litro de óleo de cozinha polui até um milhão de litros de água. Portanto, colocar o óleo em garrafas PET bem vedadas e entregá-las a uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem é uma forma adequada de tratar esse resíduo.
A pesquisa é fundamental e isso cada um pode fazer individualmente para saber se é adequada a maneira como descarta os resíduos, seja em casa ou no trabalho. Mudar é o possível caminho para um planeta mais limpo. Dessa forma, para que todos tenham um clima melhor, o foco certamente estará em atitudes melhores.
Jair Donato - Jornalista em Cuiabá, consultor de desenvolvimento de pessoas, professor universitário, especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail: jair@domnato.com.br
Pesquisas recentes sobre os efeitos das alterações do clima ao redor do planeta indicam que os biomas estão cada vez mais vulneráveis aos efeitos climáticos, como as florestas tropicais, a exemplo da Amazônia, que a partir da próxima década começa a ter períodos de estiagem cada vez mais evidentes.
As mudanças certamente não ocorrerão como se fossem explosões mágicas, mas precisam de planejamento e de ações, o mais rápido possível, indicam os especialistas do clima. Todos os países precisarão rever os comportamentos administrativos e organizacionais ou serão submetidos a constrangimentos éticos no futuro próximo, especialmente os altamente poluidores. Isso também começa no âmbito individual. As pessoas precisam inserir no comportamento individual e coletivo, práticas sustentáveis e estilos de vida voltados para a qualidade de vida dentro de uma visão de futuro, com pensamento ambientalmente correto e com padrões de produção e de consumo que mantenha a preservação e a conservação dos recursos naturais.
No manual da reciclagem publicado no endereço eletrônico do Ministério do Meio ambiente, especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixo em casa. Isso antes de tudo, é atitude. Veja o que fazer:
Lâmpadas - Deve separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente - elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum.
Baterias - O que fazer: reciclam-se só as de telefones sem fio, filmadoras e celulares - as outras, assim como as pilhas, têm baixa concentração de metais pesados e por essa razão não são tidas como prejudiciais ao meio ambiente. Para reciclar, faça um lixo separado: como as baterias são frágeis, podem romper-se e contaminar o restante dos detritos.
Cacos de vidros planos e de espelhos - O que fazer: embalar em jornal e colocar num lixo separado. Seguirão para vidraçarias - e não para as tradicionais fábricas que reciclam vidro.
O óleo de cozinha - é um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Jogado no ralo da pia, ele termina contaminando rios e mares. Um litro de óleo de cozinha polui até um milhão de litros de água. Portanto, colocar o óleo em garrafas PET bem vedadas e entregá-las a uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem é uma forma adequada de tratar esse resíduo.
A pesquisa é fundamental e isso cada um pode fazer individualmente para saber se é adequada a maneira como descarta os resíduos, seja em casa ou no trabalho. Mudar é o possível caminho para um planeta mais limpo. Dessa forma, para que todos tenham um clima melhor, o foco certamente estará em atitudes melhores.
Jair Donato - Jornalista em Cuiabá, consultor de desenvolvimento de pessoas, professor universitário, especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail: jair@domnato.com.br
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