
Artigo de Jair Donato
Educai as crianças e não será preciso castigar os homens, apregoou Pitágoras, filósofo grego que viveu antes da Era Cristã. O que me faz acreditar na mudança do mundo, em relação às questões ambientais, é a consciência que está se estabelecendo na atitude e no comportamento infantil através da educação. Sinto-me feliz sempre que participo de atividades nas escolas sobre a preservação do meio ambiente com este público, sem paradigmas formados ou opiniões e conceitos prontos.
As crianças de hoje se tornarão os dirigentes e líderes organizacionais e políticos amanhã. E certamente elas não apresentarão resistência em mudar, como se comportam atualmente os adultos, que pensam que estão prontos e cheios de sabedoria, embora sendo destruídos pelo vício de poluir e destruir a natureza sem foco no coletivo.
Independente de sistemas ou regime político, se o homem vive numa cultura capitalista ou não, isso apenas influencia. Mas, o que determina é a atitude de cada um, a falta do repensar na condição sócio-ambiental e econômica do planeta, frente ao maior desafio da humanidade, que é a capacidade de viver por aqui com qualidade de vida.
Recentemente, foi publicado um dos artigos que escrevi sobre meio ambiente no Caderno de Orientação ao Professor, uma obra do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Fundação Itaú Social, distribuída aos professores como ferramenta para ser incorporada ao dia-a-dia escolar.
O objetivo da escolha do artigo pela comissão da ‘Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro’ é a formação de opinião através de pontos de vista sobre a questão das alterações climáticas, enriquecer o trabalho nas escolas, por crianças e jovens dos vários cantos do Brasil. O programa ‘Escrevendo o Futuro’ é uma metodologia adequada que o MEC encontrou para realizar uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação, idealizado para fortalecer o ensino no País, avalia a comissão organizadora do trabalho publicado.
É gratificante a oportunidade que surge em poder contribuir de alguma forma, seja pela escrita ou não, para a sensibilização acerca de uma causa tão importante, necessária e fundamental, como essa de cuidar da consciência ecológica e ambiental seja nas crianças, juvenis ou adultos. Confesso que quanto a estes primeiros, meus olhos brilham ao pensar neles como gestores sustentáveis e ecologicamente corretos no futuro. Pois já demonstram tal preocupação.
Segundo cálculos, cada pessoa produz em média 5 quilos de lixo por semana. No Brasil, de cada cem quilos, apenas dois são reciclados. Esses números mostram o quanto a consciência sobre o cuidado com a natureza ainda deve aumentar. Além de reciclar, é importante que se estabeleça a cultura de reutilizar o que pode ser aproveitado para outros fins. Outro fator importante é reduzir o consumo no cotidiano, repensar o que leva para casa ou para o trabalho, isso é consumir racionalmente.
A atitude de recusar o que não é ecologicamente correto na hora de fazer as compras é fundamental para que quem produz repense na forma de considerar o meio ambiente e passe a adotar um novo estilo de produzir e disponibilizar. Enfim, o repensar sobre todas essa questões está na atitude, que na seqüência se transforma em comportamento, que resulta em ações saudáveis, sustentáveis para essa e as gerações futuras.
Estimular as pessoas à sua volta a terem mais consciência ecológica é importante. Fazer também a parte que compete a cada um é o que pode fazer a diferença. "Se não podemos modificar o nosso comportamento, como esperar que os outros o façam?" Essa é uma reflexão do mestre budista Dalai Lama.
O estado em que vai se encontrar as décadas seguintes depende do que for feito agora. Eu continuarei acreditando nas crianças. Devemos aprender muito ainda com elas.
Jair Donato – Jornalista em Cuiabá, Consultor – Life Coach, professor universitário - especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail: jairdomnato@gmail.com
As crianças de hoje se tornarão os dirigentes e líderes organizacionais e políticos amanhã. E certamente elas não apresentarão resistência em mudar, como se comportam atualmente os adultos, que pensam que estão prontos e cheios de sabedoria, embora sendo destruídos pelo vício de poluir e destruir a natureza sem foco no coletivo.
Independente de sistemas ou regime político, se o homem vive numa cultura capitalista ou não, isso apenas influencia. Mas, o que determina é a atitude de cada um, a falta do repensar na condição sócio-ambiental e econômica do planeta, frente ao maior desafio da humanidade, que é a capacidade de viver por aqui com qualidade de vida.
Recentemente, foi publicado um dos artigos que escrevi sobre meio ambiente no Caderno de Orientação ao Professor, uma obra do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Fundação Itaú Social, distribuída aos professores como ferramenta para ser incorporada ao dia-a-dia escolar.
O objetivo da escolha do artigo pela comissão da ‘Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro’ é a formação de opinião através de pontos de vista sobre a questão das alterações climáticas, enriquecer o trabalho nas escolas, por crianças e jovens dos vários cantos do Brasil. O programa ‘Escrevendo o Futuro’ é uma metodologia adequada que o MEC encontrou para realizar uma das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação, idealizado para fortalecer o ensino no País, avalia a comissão organizadora do trabalho publicado.
É gratificante a oportunidade que surge em poder contribuir de alguma forma, seja pela escrita ou não, para a sensibilização acerca de uma causa tão importante, necessária e fundamental, como essa de cuidar da consciência ecológica e ambiental seja nas crianças, juvenis ou adultos. Confesso que quanto a estes primeiros, meus olhos brilham ao pensar neles como gestores sustentáveis e ecologicamente corretos no futuro. Pois já demonstram tal preocupação.
Segundo cálculos, cada pessoa produz em média 5 quilos de lixo por semana. No Brasil, de cada cem quilos, apenas dois são reciclados. Esses números mostram o quanto a consciência sobre o cuidado com a natureza ainda deve aumentar. Além de reciclar, é importante que se estabeleça a cultura de reutilizar o que pode ser aproveitado para outros fins. Outro fator importante é reduzir o consumo no cotidiano, repensar o que leva para casa ou para o trabalho, isso é consumir racionalmente.
A atitude de recusar o que não é ecologicamente correto na hora de fazer as compras é fundamental para que quem produz repense na forma de considerar o meio ambiente e passe a adotar um novo estilo de produzir e disponibilizar. Enfim, o repensar sobre todas essa questões está na atitude, que na seqüência se transforma em comportamento, que resulta em ações saudáveis, sustentáveis para essa e as gerações futuras.
Estimular as pessoas à sua volta a terem mais consciência ecológica é importante. Fazer também a parte que compete a cada um é o que pode fazer a diferença. "Se não podemos modificar o nosso comportamento, como esperar que os outros o façam?" Essa é uma reflexão do mestre budista Dalai Lama.
O estado em que vai se encontrar as décadas seguintes depende do que for feito agora. Eu continuarei acreditando nas crianças. Devemos aprender muito ainda com elas.
Jair Donato – Jornalista em Cuiabá, Consultor – Life Coach, professor universitário - especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida. E-mail: jairdomnato@gmail.com
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